Cantares de Salomão 1 em 3 versões
Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre
ACF cântico dos cânticos, que é de Salomão.
JFA Cantico de canticos, que é de Salomão.
BLIVRE Cântico dos cânticos, que é de Salomão.
ACF Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
JFA Beije-me elle com os beijos da sua bocca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
BLIVRE Ela: Beije-me ele com os beijos de sua boca, porque teu amor é melhor do que o vinho.
ACF Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam.
JFA Para cheirar são bons os teus unguentos, como o unguento derramado o teu nome é; por isso as virgens te amam.
BLIVRE O cheiro dos teus perfumes é agradável; teu nome é como perfume sendo derramado, por isso as virgens te amam.
ACF Leva-me tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas câmaras; em ti nos regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho; os retos te amam.
JFA Leva-me tu, correremos após ti. O rei me introduziu nas suas recamaras: em ti nos regozijaremos e nos alegraremos: do teu amor nos lembraremos, mais do que do vinho: os rectos te amam.
BLIVRE Toma-me contigo, e corramos; traga-me o rei aos seus quartos. Moças: Em ti nos alegraremos e nos encheremos de alegria; nos agradaremos mais de teu amor do que do vinho; Ela: Elas estão certas em te amar;
ACF Eu sou morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão.
JFA Morena sou, porém aprazivel, ó filhas de Jerusalem, como as tendas de Kedar, como as cortinas de Salomão.
BLIVRE Eu sou morena, porém bela, ó filhas de Jerusalém: morena como as tendas de Quedar, bela como as cortinas de Salomão.
ACF Não olheis para o eu ser morena, porque o sol resplandeceu sobre mim; os filhos de minha mãe indignaram-se contra mim, puseram-me por guarda das vinhas; a minha vinha, porém, não guardei.
JFA Não olheis para o eu ser morena; porque o sol resplandeceu sobre mim: os filhos de minha mãe se indignaram contra mim, pozeram-me por guarda de vinhas; a minha vinha que me pertence não guardei.
BLIVRE Não fiquem me olhando por eu ser morena, pois o sol brilhou sobre mim; os filhos de minha mãe se irritaram contra mim, e me puseram para cuidar de vinhas; porém minha própria vinha, que me pertence, não cuidei.
ACF Dize-me, ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes descansar ao meio-dia; pois por que razão seria eu como a que anda errante junto aos rebanhos de teus companheiros?
JFA Dize-me, ó tu, a quem a minha alma ama: Onde apascentas o teu rebanho, onde o recolhes pelo meio-dia: pois por que razão seria eu como a que se cobre ao pé dos rebanhos de teus companheiros?
BLIVRE Dize-me, amado de minha alma: onde apascentas o teu gado? Onde o recolhes ao meio- dia? Para que ficaria eu como que coberta com um véu por entre os gados de teus colegas?
ACF Se tu não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas do rebanho, e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.
JFA Se tu o não sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sae-te pelas pizadas das ovelhas, e apascenta as tuas cabras junto ás moradas dos pastores.
BLIVRE Ele: Se tu, a mais bela entre as mulheres, não sabes, sai pelos rastros das ovelhas, e apascenta tuas cabras junto às tendas dos pastores.
ACF Às éguas dos carros de Faraó te comparo, ó meu amor.
JFA Ás eguas dos carros de Pharaó te comparo, ó amiga minha.
BLIVRE Eu te comparo, querida, às éguas das carruagens de Faraó.
ACF Formosas são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.
JFA Agradaveis são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os collares.
BLIVRE Agradáveis são tuas laterais da face entre os enfeites, teu pescoço entre os colares.
ACF Enfeites de ouro te faremos, com incrustações de prata.
JFA Enfeites d'oiro te faremos, com bicos de prata.
BLIVRE Enfeites de ouro faremos para ti, com detalhes de prata.
ACF Enquanto o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
JFA Emquanto o rei está assentado á sua mesa, dá o meu nardo o seu cheiro.
BLIVRE Ela: Enquanto o rei está sentado à sua mesa, meu nardo dá a sua fragrância.
ACF O meu amado é para mim como um ramalhete de mirra, posto entre os meus seios.
JFA O meu amado é para mim um ramalhete de myrrha, morará entre os meus peitos.
BLIVRE Meu amado é para mim como um saquinho de mirra que passa a noite entre meus seios;
ACF Como um ramalhete de hena nas vinhas de En-Gedi, é para mim o meu amado.
JFA Um cacho de Chypre nas vinhas d'Engedi é para mim o meu amado.
BLIVRE Meu amado é para mim como um ramalhete de hena nas vinhas de Engedi.
ACF Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das pombas.
JFA Eis que és formosa, ó amiga minha, eis que és formosa: os teus olhos são como os das pombas.
BLIVRE Ele: Como tu és bela, minha querida! Como tu és bela! Teus olhos são como pombas.
ACF Eis que és formoso, ó amado meu, e também amável; o nosso leito é verde.
JFA Eis que és gentil e agradavel, ó amado meu; o nosso leito é viçoso.
BLIVRE Ela: Como tu és belo, meu amado! Como tu és agradável! E o nosso leito se enche de folhagens.
ACF As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cipreste.
JFA As traves da nossa casa são de cedro, as nossas varandas de cypreste.
BLIVRE As vigas de nossa casa são os cedros, e nossos caibros os ciprestes.