Cantares de Salomão 2 em 3 versões
Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre
ACF Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
JFA Eu sou a rosa de Saron, o lyrio dos valles.
BLIVRE Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.
ACF Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas.
JFA Qual o lyrio entre os espinhos, tal é a minha amiga entre as filhas.
BLIVRE Ele: Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.
ACF Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos;desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento;e o seu fruto é doce ao meu paladar.
JFA Qual a macieira entre as arvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos: desejo muito a sua sombra, e de-* baixo d'ella me assento; e o seu fructo é doce ao meu paladar.
BLIVRE Ela: Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.
ACF Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
JFA Levou-me á sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.
BLIVRE Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.
ACF Sustentai-me com passas, confortai-me com maçãs, porque desfaleço de amor.
JFA Sustentae-me com passas, esforçae-me com maçãs, porque desfalleço d'amor.
BLIVRE Sustentai-me com passas, fortalecei-me com maçãs; porque estou fraca de amor.
ACF A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.
JFA A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace.
BLIVRE Esteja sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.
ACF Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
JFA Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalem, pelas corças e cervas do campo, que não acordeis nem desperteis o meu amor, até que queira.
BLIVRE Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.
ACF Esta é a voz do meu amado; ei-lo aí, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.
JFA Esta é a voz do meu amado: eil-o ahi, que já vem saltando sobre os montes, pulando sobre os outeiros.
BLIVRE Esta é a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.
ACF O meu amado é semelhante ao gamo, ou ao filho do veado; eis que está detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando pelas grades.
JFA O meu amado é similhante ao corço, ou ao filho do veado: eis que está detraz da nossa parede, olhando pelas janellas, reluzindo pelas grades.
BLIVRE Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.
ACF O meu amado fala e me diz: Levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
JFA O meu amado responde e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
BLIVRE Meu amado me responde, e me diz: Ele: Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
ACF Porque eis que passou o inverno; a chuva cessou, e se foi;
JFA Porque eis que passou o inverno: a chuva cessou, e se foi:
BLIVRE Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.
ACF Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
JFA As flores se mostram na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola se ouve em nossa terra:
BLIVRE As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.
ACF A figueira já deu os seus figos verdes, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, meu amor, formosa minha, e vem.
JFA A figueira brotou os seus figuinhos, e as vides em flor dão o seu cheiro: levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
BLIVRE A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.
ACF Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.
JFA Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no occulto das ladeiras, mostra-me a tua face, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e a tua face aprazivel.
BLIVRE Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.
ACF Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.
JFA Tomae-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal ás vinhas, poque as nossas vinhas estão em flor.
BLIVRE Tomai-nos as raposas, as raposinhas, que danificam as vinhas, porque nossas vinhas estão florescendo.
ACF O meu amado é meu, e eu sou dele; ele apascenta o seu rebanho entre os lírios.
JFA O meu amado é meu, e eu sou d'elle: elle apascenta o seu rebanho entre os lyrios.
BLIVRE Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.
ACF Até que refresque o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu; faze-te semelhante ao gamo ou ao filho dos veados sobre os montes de Beter.
JFA Até que sopre o dia, e fujam as sombras, volta, amado meu: faze-te similhante á corça ou ao filho dos veados sobre os montes de Bether.
BLIVRE Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.