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Versículos por Temas

Eclesiastes 1 em 3 versões

Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre

1

ACF Palavras do pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.

JFA Palavras do prégador, filho de David, rei em Jerusalem:

BLIVRE Palavras do Pregador, filho de Davi, rei em Jerusalém.

2

ACF Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade.

JFA Vaidade de vaidades! diz o prégador, vaidade de vaidades! é tudo vaidade.

BLIVRE Futilidade das futilidades! - diz o Pregador - futilidade das futilidades! Tudo é fútil!

3

ACF Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?

JFA Que vantagem tem o homem, de todo o seu trabalho, que elle trabalha debaixo do sol?

BLIVRE Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho que ele trabalha abaixo do sol?

4

ACF Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.

JFA Uma geração vae, e outra geração vem; porém a terra para sempre permanece.

BLIVRE Geração vai, e geração vem; porém a terra permanece para sempre.

5

ACF Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde nasceu.

JFA E nasce o sol, e põe-se o sol, e aspira ao seu logar d'onde nasceu.

BLIVRE O sol nasce, e o sol se põe; e se apressa ao seu lugar onde nasceu.

6

ACF O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.

JFA Vae para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vae girando o vento, e volta o vento sobre os seus giros.

BLIVRE O vento vai ao sul, e rodeia para o norte; continuamente o vento vai rodeando e voltando aos lugares onde circulou.

7

ACF Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.

JFA Todos os ribeiros vão para o mar, e comtudo o mar não se enche: para o logar para onde os ribeiros vão, para ali tornam elles a ir

BLIVRE Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar onde os ribeiros correm, para ali eles voltam a correr.

8

ACF Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.

JFA Todas estas coisas se cançam tanto, que ninguem o póde declarar: os olhos se não fartam de vêr, nem se enchem os ouvidos de ouvir.

BLIVRE Todas estas coisas são tão cansativas, que ninguém consegue descrever; os olhos não ficam satisfeitos de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.

9

ACF O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.

JFA O que foi isso é o que ha de ser; e o que se fez isso se fará: de modo que nada ha de novo debaixo do sol.

BLIVRE O que foi, isso será; e o que se fez, isso será feito; de modo que nada há de novo abaixo do sol.

10

ACF Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.

JFA Ha alguma coisa de que se possa dizer: Vês isto, é novo? já foi nos seculos passados, que foram antes de nós.

BLIVRE Existe algo que se possa dizer: Vê isto, que é novo? Isso já existia nos tempos passados, que foram antes de nós.

11

ACF Já não há lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser também delas não haverá lembrança, entre os que hão de vir depois.

JFA Já não ha lembrança das coisas que precederam, e das coisas que hão de ser tambem d'ellas não haverá lembrança, nos que hão de ser depois.

BLIVRE Não há lembrança das coisas que já aconteceram; e das coisas que vão acontecer, também delas não haverá lembrança entre aqueles que vierem depois.

12

ACF Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém.

JFA Eu, o prégador, fui rei sobre Israel em Jerusalem.

BLIVRE Eu o Pregador, me tornei rei sobre Israel em Jerusalém.

13

ACF E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; esta enfadonha ocupação deu Deus aos filhos dos homens, para nela os exercitar.

JFA E appliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto succede debaixo do céu: esta enfadonha occupação deu Deus aos filhos dos homens, para n'ella os exercitar.

BLIVRE E dei meu coração a investigar e pesquisar com sabedoria sobre tudo o que acontece abaixo do céu; esta cansativa ocupação Deus deu aos filhos dos homens, para que nela fossem forçados.

14

ACF Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito.

JFA Attentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e afflicção d'espirito.

BLIVRE Vi todas as obras que são feitas abaixo do sol, e eis que tudo é futilidade e aflição de espírito.

15

ACF Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular.

JFA Aquillo que é torto não se póde endireitar; aquillo que falta não se póde contar.

BLIVRE O que é torto não pode ser endireitado; o que está em falta não pode ser contado.

16

ACF Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento.

JFA Fallei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e augmentei em sabedoria, sobre todos os que houve antes de mim em Jerusalem: e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e a sciencia.

BLIVRE Eu falei ao meu coração, dizendo: Eis que eu me tornei grande, e aumentei em sabedoria, sobre todos os que tinham sido antes de mim em Jerusalém; e meu coração experimentou uma abundância de sabedoria e conhecimento.

17

ACF E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito.

JFA E appliquei o meu coração a entender a sabedoria e a sciencia, os desvarios e as doidices, e vim a saber que tambem isto era afflicção d'espirito.

BLIVRE E dei meu coração para entender sabedoria, e para entender loucuras e tolices; e percebi que também isto era aflição.

18

ACF Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.

JFA Porque na muita sabedoria ha muito enfado; e o que se augmenta em sciencia, accrescenta o trabalho.

BLIVRE Porque na muita sabedoria há muito aborrecimento, e aquele que aumenta em conhecimento aumenta em angústia.

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