Edificação · Perdão
Perdoados para perdoar
Texto base: Mateus 18.21-35
Ideia central: Quem entende o tamanho da dívida que Deus perdoou encontra força para perdoar quem o feriu.
Introdução
Pedro achou que estava sendo generoso ao sugerir perdoar sete vezes. Jesus respondeu com uma parábola que muda a pergunta: não é "quantas vezes", mas "quanto fui perdoado".
1 A dívida impagável
O servo devia dez mil talentos, uma quantia impossível de pagar. Assim é a nossa dívida diante de Deus, e ela foi perdoada por completo.
Leia também: Mateus 18.24-27; Colossenses 2.13-14
2 A dívida pequena que não foi perdoada
O mesmo servo perdoado sufocou um colega que lhe devia pouco. A falta de perdão revela que esquecemos a graça que recebemos.
Leia também: Mateus 18.28-30; Efésios 4.32
3 O preço de não perdoar
O servo foi entregue aos carcereiros. A mágoa guardada também aprisiona: quem mais sofre é quem não perdoa.
Leia também: Mateus 18.34-35; Hebreus 12.15
Ilustração
Guardar mágoa é como segurar uma brasa para jogar em alguém: quem se queima primeiro é a própria mão.
Aplicação
- Perdoar não é dizer que não doeu, nem confiar de novo de imediato. É entregar a cobrança a Deus.
- Há alguém que você precisa perdoar hoje, mesmo que ele não peça?
- Em casos de abuso ou violência, perdoar não significa permanecer em risco: busque proteção e ajuda.
Conclusão
A cruz é a medida do perdão de Deus. Olhando para ela, o perdão ao próximo deixa de ser impossível.