Jó 37 em 3 versões
Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre
ACF Sobre isto também treme o meu coração, e salta do seu lugar.
JFA Sobre isto tambem treme o meu coração, e salta do seu logar.
BLIVRE Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar.
ACF Atentamente ouvi a indignação da sua voz, e o sonido que sai da sua boca.
JFA Attentamente ouvi o movimento da sua voz, e o sonido que sae da sua bocca.
BLIVRE Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca,
ACF Ele o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.
JFA Elle o envia por debaixo de todos os céus, e a sua luz até aos confins da terra.
BLIVRE Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra.
ACF Depois disto ruge uma voz; ele troveja com a sua voz majestosa; e ele não os detém quando a sua voz é ouvida.
JFA Depois d'isto brama com grande voz, troveja com a sua alta voz; e, ouvida a sua voz, não tarda com estas coisas.
BLIVRE Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém seus relâmpagos quando sua voz é ouvida.
ACF Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas, que nós não podemos compreender.
JFA Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente: faz grandes coisas, e nós as não comprehendemos.
BLIVRE Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos.
ACF Porque à neve diz: Cai sobre a terra; como também à garoa e à sua forte chuva.
JFA Porque á neve diz: Está sobre a terra: como tambem ao aguaceiro e á sua forte chuva.
BLIVRE Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.
ACF Ele sela as mãos de todo o homem, para que conheçam todos os homens a sua obra.
JFA Elle sella as mãos de todo o homem, para que conheça todos os homens de sua obra.
BLIVRE Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.
ACF E as feras entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.
JFA E as bestas entram nos seus esconderijos e ficam nas suas cavernas.
BLIVRE E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas.
ACF Da recâmara do sul sai o tufão, e do norte o frio.
JFA Da recamara sae o pé de vento, e dos ventos dispersivos o frio.
BLIVRE Da recâmara vem o redemoinho, e dos ventos que espalham vem o frio.
ACF Pelo sopro de Deus se dá a geada, e as largas águas se congelam.
JFA Pelo assopro de Deus se dá a geada, e as largas aguas se endurecem.
BLIVRE Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.
ACF Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.
JFA Tambem com a humidade carrega as grossas nuvens, e esparge a nuvem da sua luz.
BLIVRE Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, e por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.
ACF Então elas, segundo o seu prudente conselho, se espalham em redor, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superfície do mundo na terra.
JFA Então ellas, segundo o seu prudente conselho, se tornam pelas espheras, para que façam tudo quanto lhes ordena sobre a superficie do mundo habitavel,
BLIVRE Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;
ACF Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por misericórdia as faz vir.
JFA Seja que por vara, ou para a sua terra, ou por beneficencia as faça vir.
BLIVRE Seja que ou por vara de castigo, ou para sua terra, ou por bondade as faça vir.
ACF A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; para, e considera as maravilhas de Deus.
JFA A isto, ó Job, inclina os teus ouvidos: põe-te em pé, e considera as maravilhas de Deus.
BLIVRE Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus.
ACF Porventura sabes tu como Deus as opera, e faz resplandecer a luz da sua nuvem?
JFA Porventura sabes tu quando Deus considera n'ellas, e faz resplandecer a lua da sua nuvem?
BLIVRE Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?
ACF Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?
JFA Tens tu noticia do equilibrio das grossas nuvens e das maravilhas de aquelle que é perfeito nos conhecimentos,
BLIVRE Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito no conhecimento?
ACF Ou de como as tuas roupas aquecem, quando do sul há calma sobre a terra?
JFA Ou de como os teus vestidos aquecem, quando do sul ha calma sobre a terra?
BLIVRE Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do vento sul,
ACF Ou estendeste com ele os céus, que estão firmes como espelho fundido?
JFA Ou estendeste com elle os céus, que estão firmes como espelho fundido?
BLIVRE acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como um espelho fundido?
ACF Ensina-nos o que lhe diremos: porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.
JFA Ensina-nos o que lhe diremos; porque nós nada poderemos pôr em boa ordem, por causa das trevas.
BLIVRE Ensina-nos o que devemos dizer a ele; pois discurso nenhum podemos propor, por causa das nossas trevas.
ACF Contar-lhe-ia alguém o que tenho falado? Ou desejaria um homem que ele fosse devorado?
JFA Ou ser-lhe-hia contado, quando eu assim fallasse? dir-lhe-ha alguem isso? pois será devorado.
BLIVRE Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?
ACF E agora não se pode olhar para o sol, que resplandece nas nuvens, quando o vento, tendo passado, o deixa limpo.
JFA E agora se não pode olhar para o sol, quando resplandece nos céus; passando e purificando-os o vento.
BLIVRE E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.
ACF O esplendor de ouro vem do norte; pois, em Deus há uma tremenda majestade.
JFA O esplendor de oiro vem do norte: pois em Deus ha uma tremenda magestade.
BLIVRE Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.
ACF Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
JFA Ao Todo-poderoso não podemos alcançar; grande é em potencia; porém a ninguem opprime em juizo e grandeza de justiça.
BLIVRE Não podemos alcançar ao Todo-Poderoso; ele é grande em poder; porém ele a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça.
ACF Por isso o temem os homens; ele não respeita os que se julgam sábios de coração.
JFA Por isso o temem os homens: elle não respeita aos sabios de coração.
BLIVRE Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que se acham sábios de coração.