Provérbios 26 em 3 versões
Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre
ACF Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não fica bem para o tolo a honra.
JFA Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não convem ao louco a honra.
BLIVRE Assim como a neve no verão, como a chuva na colheita, assim também não convém a honra para o tolo.
ACF Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá.
JFA Como ao passaro o vaguear, como á andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá.
BLIVRE Como um pássaro a vaguear, como a andorinha a voar, assim também a maldição não virá sem causa.
ACF O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos.
JFA O açoite para o cavallo, o freio para o jumento, e a vara para as costas dos tolos.
BLIVRE Açoite para o cavalo, cabresto para o asno; e vara para as costas dos tolos.
ACF Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele.
JFA Não respondas ao tolo segundo a sua estulticia; para que tambem te não faças similhante a elle.
BLIVRE Não respondas ao tolo conforme sua loucura; para que não te faças semelhante a ele.
ACF Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos.
JFA Responde ao tolo segundo a sua estulticia; para que não seja sabio aos seus olhos.
BLIVRE Responde ao tolo conforme sua loucura, para que ele não seja sábio aos seus próprios olhos.
ACF Os pés corta, e o dano sorve, aquele que manda mensagem pela mão dum tolo.
JFA Os pés corta, e o damno bebe, quem manda mensagens pela mão d'um tolo.
BLIVRE Quem manda mensagens pelas mãos do tolo é como quem corta os pés e bebe violência.
ACF Como as pernas do coxo, que pendem flácidas, assim é o provérbio na boca dos tolos.
JFA Como as pernas do côxo, que pendem frouxas, assim é o proverbio na bocca dos tolos.
BLIVRE Assim como não funcionam as pernas do aleijado, assim também é o provérbio na boca dos tolos.
ACF Como o que arma a funda com pedra preciosa, assim é aquele que concede honra ao tolo.
JFA Como o que ata a pedra preciosa na funda, assim é aquelle que dá honra ao tolo.
BLIVRE Dar honra ao tolo é como amarrar uma pedra numa funda.
ACF Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
JFA Como o espinho que entra na mão do bebado, assim é o proverbio na bocca dos tolos.
BLIVRE Como espinho na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos.
ACF O Poderoso, que formou todas as coisas, paga ao tolo, e recompensa ao transgressor.
JFA Os grandes molestam a todos, e alugam os tolos e transgressores.
BLIVRE Como um flecheiro que atira para todo lado, assim é aquele que contrata um tolo ou que contrata alguém que vai passando.
ACF Como o cão torna ao seu vômito, assim o tolo repete a sua estultícia.
JFA Como o cão que torna ao seu vomito, assim é o tolo que reitera a sua estulticia.
BLIVRE Como um cão que volta a seu vômito, assim é o tolo que repete sua loucura.
ACF Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele.
JFA Tens visto a um homem que é sabio a seus proprios olhos? maior esperança ha do tolo do que d'elle.
BLIVRE Viste algum homem sábio aos seus próprios olhos? Mais esperança há para o tolo do que para ele.
ACF Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas.
JFA Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas
BLIVRE O preguiçoso diz: Há uma fera no caminho; há um leão nas ruas.
ACF Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.
JFA Como a porta se revolve nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.
BLIVRE Como a porta se vira em torno de suas dobradiças, assim o preguiçoso se vira em sua cama.
ACF O preguiçoso esconde a sua mão ao seio; e cansa-se até de torná-la à sua boca.
JFA O preguiçoso esconde a sua mão no seio: enfada-se de tornal-a á sua bocca.
BLIVRE O preguiçoso põe sua mão no prato, e acha cansativo demais trazê-la de volta a sua boca.
ACF Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem.
JFA Mais sabio é o preguiçoso a seus olhos do que sete homens que bem respondem.
BLIVRE O preguiçoso se acha mais sábio aos próprios olhos do que sete que respondem com prudência.
ACF O que, passando, se põe em questão alheia, é como aquele que pega um cão pelas orelhas.
JFA O que, passando, se entremette em pleito alheio é como aquelle que toma um cão pelas orelhas.
BLIVRE Aquele que, enquanto está passando, se envolve em briga que não é sua, é como o que pega um cão pelas orelhas.
ACF Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades,
JFA Como o louco que lança de si faiscas, frechas, e mortandades,
BLIVRE Como o louco que lança faíscas, flechas e coisas mortíferas,
ACF Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.
JFA Assim é o homem que engana o seu proximo, e diz: Não o fiz eu por brincar?
BLIVRE Assim é o homem que engana a seu próximo, e diz: Não estava eu só brincando?
ACF Sem lenha, o fogo se apagará; e não havendo intrigante, cessará a contenda.
JFA Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo murmurador, cessará a contenda.
BLIVRE Sem lenha, o fogo se apaga; e sem fofoqueiro, a briga termina.
ACF Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas.
JFA Como o carvão é para as brazas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para accender rixas.
BLIVRE O carvão é para as brasas, e a lenha para o fogo; e o homem difamador para acender brigas.
ACF As palavras do intrigante são como doces bocados; elas descem ao mais íntimo do ventre.
JFA As palavras do murmurador são como as palavras do espancado, e ellas descem ao intimo do ventre.
BLIVRE As palavras do fofoqueiro são como alimentos deliciosos, que descem ao interior do ventre.
ACF Como o caco de vaso coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes com o coração maligno.
JFA Como o caco coberto d'escorias de prata, assim são os labios ardentes com o coração maligno.
BLIVRE Como um vaso de fundição coberto de restos de prata, assim são os lábios inflamados e o coração maligno.
ACF Aquele que odeia dissimula com seus lábios, mas no seu íntimo encobre o engano;
JFA Aquelle que aborrece se contrafaz pelos seus beiços, mas no seu interior encobre o engano.
BLIVRE Aquele que odeia dissimula em seus lábios, mas seu interior abriga o engano;
ACF Quando te suplicar com voz suave não te fies nele, porque abriga sete abominações no seu coração,
JFA Quando te supplicar com a sua voz, não te fies n'elle, porque sete abominações ha no seu coração.
BLIVRE Quando ele te falar agradavelmente com sua voz, não acredites nele; porque há sete abominações em seu coração;
ACF Cujo ódio se encobre com engano, a sua maldade será exposta perante a congregação.
JFA Cujo odio se encobre com engano; a sua malicia se descobrirá na congregação.
BLIVRE Cujo ódio está encoberto pelo engano; sua maldade será descoberta na congregação.
ACF O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele.
JFA O que cava uma cova n'ella cairá; e o que revolve a pedra esta sobre elle tornará.
BLIVRE Quem cava uma cova, nela cairá; e quem rola uma pedra, esta voltará sobre ele.
ACF A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.
JFA A lingua falsa aborrece aos que ella afflige, e a bocca lubrica obra a ruina.
BLIVRE A língua falsa odeia aos que ela atormenta; e a boca lisonjeira opera ruína.