Provérbios 27 em 3 versões
Almeida Corrigida Fiel, João Ferreira de Almeida (1911), Bíblia Livre
ACF Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que ele trará.
JFA Não presumas do dia d'ámanhã, porque não sabes o que parirá o dia.
BLIVRE Não te orgulhes do dia de amanhã; porque não sabes o que o dia trará.
ACF Que um outro te louve, e não a tua própria boca; o estranho, e não os teus lábios.
JFA Louve-te o estranho, e não a tua bocca, o estrangeiro e não os teus labios.
BLIVRE Que o estranho te louve, e não tua própria boca; o estrangeiro, e não teus próprios lábios.
ACF A pedra é pesada, e a areia é espessa; porém a ira do insensato é mais pesada que ambas.
JFA Pesada é a pedra, e a areia é carregada; porém a ira do insensato é mais pesada do que ellas ambas.
BLIVRE A pedra é pesada, e a areia tem seu peso; mas a provocação do tolo é mais pesada do que estas ambas.
ACF O furor é cruel e a ira impetuosa, mas quem poderá enfrentar a inveja?
JFA Cruel é o furor e a impetuosa ira, mas quem parará perante a inveja?
BLIVRE O furor é cruel, e a ira impetuosa; mas quem resistirá firme perante à inveja?
ACF Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.
JFA Melhor é a reprehensão aberta do que o amor encoberto.
BLIVRE Melhor é a repreensão clara do que o amor escondido.
ACF Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.
JFA Fieis são as feridas feitas pelo que ama, mas os beijos do que aborrece são enganosos.
BLIVRE Fiéis são as feridas feitas por um amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos.
ACF A alma farta pisa o favo de mel, mas para a alma faminta todo amargo é doce.
JFA A alma farta piza o favo de mel, mas á alma faminta todo o amargo é doce.
BLIVRE A alma saciada rejeita o favo de mel; mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.
ACF Qual a ave que vagueia longe do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando longe da sua morada.
JFA Qual é a ave que vagueia do seu ninho, tal é o homem que anda vagueando do seu logar.
BLIVRE Como a ave, que vagueia de seu ninho, assim é o homem que anda vagueando de seu lugar.
ACF O óleo e o perfume alegram o coração; assim o faz a doçura do amigo pelo conselho cordial.
JFA O oleo e o perfume alegram o coração: assim a doença do amigo d'alguem com o conselho cordial.
BLIVRE O óleo e o perfume alegram ao coração; assim é a doçura de um amigo com um conselho sincero.
ACF Não deixes o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade; melhor é o vizinho perto do que o irmão longe.
JFA Não deixes a teu amigo, nem ao amigo de teu pae, nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade: melhor é o visinho de perto do que o irmão ao longe.
BLIVRE Não abandones o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia de tua adversidade; melhor é o vizinho que está perto do que o irmão que está longe.
ACF Sê sábio, filho meu, e alegra o meu coração, para que tenha alguma coisa que responder àquele que me desprezar.
JFA Sê sabio, filho meu, e alegra o meu coração; para que tenha alguma coisa que responder áquelle que me desprezar.
BLIVRE Sê sábio, meu filho, e alegra meu coração; para que eu tenha algo a responder para aquele que me desprezar.
ACF O avisado vê o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena.
JFA O avisado vê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e pagam a pena.
BLIVRE O prudente vê o mal, e se esconde; mas os ingênuos passam adiante, e sofrem as consequências.
ACF Quando alguém fica por fiador do estranho, toma-lhe até a sua roupa, e por penhor àquele que se obriga pela mulher estranha.
JFA Quando alguem fica por fiador do estranho, toma-lhe tu a sua roupa; e o penhora pela estranha.
BLIVRE Toma a roupa daquele que fica por fiador de estranho; toma penhor daquele que fica por fiador da estranha.
ACF O que, pela manhã de madrugada, abençoa o seu amigo em alta voz, lho será imputado por maldição.
JFA O que bemdiz ao seu amigo em alta voz, madrugando pela manhã, por maldição se lhe contará.
BLIVRE Aquele que bendiz ao seu amigo em alta voz durante a madrugada lhe será considerado como maldição.
ACF O gotejar contínuo em dia de grande chuva, e a mulher contenciosa, uma e outra são semelhantes;
JFA O gotejar continuo no dia de grande chuva, e a mulher contenciosa, uma e outra são similhantes.
BLIVRE A mulher briguenta é semelhante a uma goteira contínua em tempo de grande chuva;
ACF Tentar moderá-la será como deter o vento, ou como conter o óleo dentro da sua mão direita.
JFA Todos os que a esconderem esconderão o vento: e o oleo da sua dextra clama.
BLIVRE Tentar contê-la é como tentar conter o vento, ou impedir que o óleo escorra de sua mão direita.
ACF Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo.
JFA Como o ferro com o ferro se aguça, assim o homem aguça o rosto do seu amigo.
BLIVRE O ferro é afiado com ferro; assim também o homem afia o rosto de seu amigo.
ACF O que cuida da figueira comerá do seu fruto; e o que atenta para o seu senhor será honrado.
JFA O que guarda a figueira comerá do seu fructo; e o que attenta para seu senhor, será honrado.
BLIVRE Aquele que guarda a figueira comerá de seu fruto; e o que dá atenção ao seu senhor será honrado.
ACF Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.
JFA Como na agua o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.
BLIVRE Assim como a água reflete o rosto, assim também o coração reflete o ser humano.
ACF Como o inferno e a perdição nunca se fartam, assim os olhos do homem nunca se satisfazem.
JFA Como o inferno e a perdição nunca se fartam, assim os olhos do homem nunca se fartam.
BLIVRE O Xeol e a perdição nunca estão saciados; assim também os olhos do homem nunca estão satisfeitos.
ACF Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores.
JFA Como o crisol é para a prata, e o forno para o oiro, assim se prova o homem pelos louvores.
BLIVRE Como o crisol é para a prata, e o forno para o ouro, assim o homem é provado pelos louvores que lhe dizem.
ACF Ainda que repreendas o tolo como quem bate o trigo com a mão de gral entre grãos pilados, não se apartará dele a sua estultícia.
JFA Ainda quando pizares o tolo com uma mão de gral entre grãos de cevada pilada, não se irá d'elle a sua estulticia.
BLIVRE Ainda que esmagues ao tolo em um pilão junto com os grãos, ainda assim sua loucura não se separaria dele.
ACF Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre os teus rebanhos,
JFA Procura conhecer o estado das tuas ovelhas: põe o teu coração sobre o gado.
BLIVRE Procura conhecer a condição de tuas ovelhas; põe teu coração sobre o gado;
ACF Porque o tesouro não dura para sempre; e durará a coroa de geração em geração?
JFA Porque o thesouro não dura para sempre: ou durará a corôa de geração em geração?
BLIVRE porque o tesouro não dura para sempre; nem uma coroa dura de geração em geração.
ACF Quando brotar a erva, e aparecerem os renovos, e se juntarem as ervas dos montes,
JFA Quando se mostrar a herva, e apparecerem os renovos, então ajunta as hervas dos montes.
BLIVRE Quando a erva aparecer, e surgirem a folhagem, e se juntarem as ervas dos montes,
ACF Então os cordeiros serão para te vestires, e os bodes para o preço do campo;
JFA Os cordeiros serão para te vestires, e os bodes para o preço do campo.
BLIVRE Os cordeiros serão para tuas roupas, e os bodes para o preço do campo;
ACF E a abastança do leite das cabras para o teu sustento, para sustento da tua casa e para sustento das tuas servas.
JFA E a abastança do leite das cabras para o teu sustento, para sustento da tua casa, e para sustento das tuas creadas.
BLIVRE E o leite das cabras será o suficiente para tua alimentação, para a alimentação de tua casa, e para o sustento de tuas servas.