Para começar
Em que lugar é mais difícil ser cristão para você: escola, trabalho, internet ou família?
Introdução
Daniel era um jovem judeu levado como prisioneiro para a Babilônia. Lá, ganhou outro nome, outra língua e outra comida, tudo para virar babilônio. Mas havia uma coisa que o rei não conseguiu mudar: o coração de Daniel.
1. Uma decisão no coração
“E Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei” (Daniel 1.8). A comida do rei era oferecida a ídolos. Daniel não brigou nem se rebelou: pediu com respeito um teste de dez dias com legumes e água. Deus deu a ele graça diante do chefe (Daniel 1.9).
2. A sabedoria que vem de Deus
No fim do teste, Daniel e os amigos estavam mais saudáveis que os outros. “Deus lhes deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e sabedoria” (Daniel 1.17). O rei os achou dez vezes mais sábios que todos os magos do reino (Daniel 1.20). A fidelidade não atrapalhou os estudos nem a carreira deles.
3. Fiel até o fim
Anos depois, já idoso, Daniel continuou orando três vezes por dia, de janela aberta, mesmo com a lei que proibia (Daniel 6.10). Foi jogado na cova dos leões, mas Deus enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões (Daniel 6.22). A decisão da juventude sustentou a vida inteira.
Aplicação para a vida
Que decisão você precisa “assentar no coração”? Escreva uma regra pessoal para honrar a Deus (no celular, nas amizades, no trabalho) e peça a alguém da classe para orar por você.
Perguntas para revisão
Toque na pergunta para ver a resposta.
Por que Daniel não quis comer a comida do rei?
Para não se contaminar, porque era comida oferecida a ídolos (Daniel 1.8).
Que teste Daniel propôs?
Dez dias comendo legumes e bebendo água (Daniel 1.12).
O que Deus deu a Daniel e aos amigos?
Conhecimento, inteligência e sabedoria (Daniel 1.17).
Quantas vezes por dia Daniel orava?
Três vezes por dia, de joelhos (Daniel 6.10).
Para a classe infantil
Leve legumes de verdade (cenoura, pepino) para a turma provar. Conte a história e faça máscaras simples de leão com pratos de papel. Na hora da cova, as crianças-leão ficam de boca fechada enquanto o “Daniel” ora.